quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Penha Garcia e Termas de Monfortinho



Todos os anos gostamos de deixar um fim-de-semana do verão para passar no campo. Apesar de sermos uma família de praia (!!!), a verdade é que o verão não é só areia e água salgada e há muito no nosso país por explorar.

Este ano fomos passar o último fim-de-semana antes do regresso à escola à Beira Baixa, mais precisamente Penha Garcia e Termas de Monfortinho. A ideia inicial era conseguirmos visitar também Monsanto, mas nós gostamos de vivenciar as terras e não apenas matar quilómetros e por isso acabámos por não ter tempo. Fica para uma próxima vez, porque pelo que visitámos na região é uma área que vale muito a pena conhecer.

Em Penha Garcia ficámos deslumbrados com o Pego, uma piscina natural junto à Barragem, com trilhos espetaculares por entre pedras cheias de fósseis. A água é fresca, pois claro, mas a paisagem compensa tudo! No meio dos penhascos desligamos de tudo e fica apenas os nossos ecos a acompanhar cada gargalhada e salpicos de água.

Ficámos mesmo no centro histórico, junto ao Castelo e adorámos conhecer aquelas ruas estreitas e passear junto a casas de pedras tão bem cuidadas. As pessoas são afáveis, como bons portugueses, e come-se muitíssimo bem, com destaque claro para o ensopado de cabrito que estava maravilhoso.

Fomos às festas da Senhora da Azenha e os miúdos deliciaram-se, como sempre com os animais que foram encontrando: ovelhas, cabras, vacas, cavalos e burros. O ambiente no campo tem sempre uma atmosfera muito particular e em Setembro é para nós a melhor altura para visitar, com dias ainda grandes e boas temperaturas, mas sem o calor exagerado que por ali se faz sentir no pico do verão.

Ainda tivemos tempo para experimentar a água das Termas de Monfortinho. Ali só se fazem tratamentos com prescrição médica, mas um copo de água não se nega a ninguém e todos nós pudemos comprovar como é uma água muito mais leve e com uma temperatura no ponto: não era fresca, nem morna, tinha uma temperatura mesmo diferente do que estamos habituados. Nos jardins das termas descobrimos uma plantação de Kiwis e os miúdos ficaram radiantes, já que estão habituados a comer muito Kiwi ao pequeno almoço.

Em Monfortinho fomos ainda a um clube de tiro que tem uma piscina muito, muito bonita. Pena não termos ficado para experimentar um mergulho, mas já tínhamos o almoço à espera…

Saímos de lá com muita vontade de regressar. Até porque nem tudo ficou visto.
Que país bonito que nós temos!

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Sweet September


Sou pessoa do verão e dos dias grandes, cheios de luz. Mas, a verdade é que já me apetece muito voltar à rotina. Ainda temos muitos planos para viver estes últimos dias de verão fora de portas, mas começo a querer, devagar, regressar aos horários mais previsíveis e a ficar um pouco mais em casa. Apetece-me tratar da casa, mudar as coisas de lugar, começar um ano novo. Aproveitar o regresso à escola para instituir novas rotinas e hábitos. Setembro sabe-me sempre a "ano novo", a recomeçar, a vida nova.
Ainda quero fazer muita praia, aproveitar os dias bons com caminhadas e passeios ao ar livre, mas também quero começar a dar forma a sonhos e projetos que traçámos durante as férias e não há altura melhor para traçar planos que as férias! Queremos novas atividades para os miúdos e mais tempo de qualidade entre todos.
O verão serviu para instituirmos em família novos hábitos alimentares e começo a ficar inquieta para ver se conseguimos manter o foco depois do verão terminar. Sei que vamos manter!
Queremos voltar cheios de energia boa, de cabeça limpa e coração aberto. Queremos acreditar que tudo vai ser diferente. Que tudo vai ser ainda melhor.

Que Setembro seja doce!

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Carolina Deslandes - A Vida Toda



Uma das músicas mais bonitas deste ano...

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Regresso


O verão é um óptimo pretexto para regressar às leituras e aos livros demorados. Sempre fui pessoa de levar livros para a praia, mas nos últimos anos e tal é o carrego de toalhas, brinquedos e lanches para três miúdos que os meus livros começaram a deixar de caber no saco da praia. Andava a prometer-me o regresso às minhas leituras faz tempo, que uma revista por outra não me sabia ao mesmo, e neste fim-de-semana vinguei-me com o novo livro do Rodrigo Guedes de Carvalho. “O Pianista de Hotel” marca o regresso do jornalista e escritor aos livros e que saudades tinha eu de o ler. Ainda vou nas primeiras 100 páginas, que os miúdos já me permitem espaço no saco para o meu livro, mas não assim tantos minutos sem atenção, mas posso dizer que já estou completamente presa à história. Gosto muito da escrita do Rodrigo Guedes de Carvalho. Descobri-o há uns bons anos, ainda eu não era mãe com o fabuloso “A Casa Quieta”. Um livro tão forte que sempre que maldigo o caos da minha casa com brinquedos espalhados pela sala e pilhas de roupa para passar a ferro me lembro daquela história e passa-me a neura por não ter uma casa quieta. Prefiro de longe uma casa caótica a uma casa quieta!

“O Pianista de Hotel” conta duas histórias em paralelo, que acredito irão cruzar-se a qualquer momento e já produziu em mim aquela sede de saber o que vem mais à frente. Os nomes das duas personagens centrais ecoam-me na cabeça e quero muito saber o que se passa na vida deles e o que vem a seguir!
Regressar às minhas leituras com o regresso aos livros do Rodrigo Guedes de Carvalho também foi uma forma de me dar alento para regressar aqui! Os últimos dois anos foram especialmente exigentes a nível profissional. Trabalho fora de horas e cabeça completamente cheia fez com que deixasse este meu canto mais esquecido. A rotina do dia a dia, numa casa de cinco e com três miúdos cheios de afazeres escolares deixou-me se fôlego para continuar a escrever, substituindo o blogue pelo instagram com o mesmo nome, para ir registando o nosso dia a dia de uma foram muito rápida. Mas não é a mesma coisa e eu sei disso.  É Agosto e o tempo parece que estica, mas não quero deitar foguetes e dizer que a partir de agora volto aos posts todos os dias. Queria acreditar que sim, mas sem bem que nem todos os dias vão ser assim. Mas vamos tentar!
(Para já!) Estou de regresso!

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Uma dúzia e meia de dias de verão



Quem me conhece sabe o quanto sou uma pessoa de verão. Adoro os dias grandes, a luz, o não precisar de casaco, as sandálias no pé... O verão é grande e passa num instante e muitas vezes parece que não sabemos muito bem como aproveitar verdadeiramente os dias melhores e maiores do ano. Desde que começou o verão que tenho publicado uma fotografia que representa o (meu) verão no Instagram. Um mergulho na piscina, uma fatia de melancia, uma conha apanhada num passeio pela praia. Fotos de um dia a dia simples, mas intenso. Porque não importa se as manhãs acordam com mais nuvens do que seria suposto, se está vento e não deveria estar, se as noites não estão tão quentes como gostaríamos que estivessem. O que interessa é que é Verão e temos que o aproveitar... todos os dias!
Já seguem o Vida Maravilha no Instagram?

terça-feira, 27 de junho de 2017

As férias grandes

Este ano letivo foi tão, mas tão intenso que ainda não acredito que já acabou. Acho que só me vou sentir de facto aliviada quando fizer as matriculas para o próximo ano e sair da escola dos miúdos mais novos para só voltar dali a dois meses e meio! Ter três filhos na escola oficial, com testes e trabalhos diários e provas de aferição que pairavam no ar como bicho papões para os dois mais crescidos, não foi de facto fácil. Já agora, se alguém me quiser explicar o que provas de aferição podem trazer de positivo a miúdos de 7 e 11 anos, estou disponível para aprender. Mas deixem-me dizer que não consigo ver interesse pedagógico algum nesta matéria. Desculpem a minha franqueza, mas acho apenas estúpido entupir as crianças com nervos desnecessários... mas enfim. A escola podia ser um sítio muito melhor. Podia sim.
Voltando ao ano letivo cá de casa:
Para além de tudo isto, das dificuldades das contas de matemática e dos erros de português, dizer ainda que as adaptações de cada um ao novo ano e às pressões que isso traz, foi ainda mais difícil de gerir. Os miúdos não são todos iguais e reagem das mais diferentes maneiras às condicionantes por mais que nos esforcemos em passar os mesmos valores a cada um.
O balanço do final do ano é positivo, claro, com classificações muito boas, de dever cumprido e com muitas lições aprendidas. A maior de todas? Nunca baixar os braços e trabalhar sempre!
As férias chegaram e por norma fico com a cabeça às voltas a pensar como ocupar-lhes o tempo. Mas este ano, este ano eu só queria que eles deixassem a escola e este ano letivo em particular para trás.
E vivam as férias! Já não era sem tempo...


domingo, 4 de junho de 2017

A Feira do Livro está top!



Adoro ir à Feira do livro. Adoro. Desde criança que para mim é um dos momentos mais aguardados do ano. Costumava ir sempre com os mais pais, muitas vezes no Dia da Criança, e agora faço questão de levar lá os meus filhos. Eles já adoram também e já sabem que é lá que vão comprar "aquele" livro que tanto querem ter. E se isso faz com que ganhem gosto pelos livros e pela leitura, ora então bora lá! Bons hábitos nunca são demais. Cá por casa, temos uma boa coleção de livros. Eu própria gosto muito de livros infantis e sei muito bem que editoras procurar, mas deixo-os com carta branca para procurarem e escolherem o que querem trazer, desde que seja com o compromisso de que é mesmo para ler, sobretudo agora que já todos lêem. O miúdo do meio quer um livro de anedotas do mundo do futebol? Fantástico. Existe, esta na feira e foi isso que lhe trouxemos e até já fez uma cópia e tudo. Se é disso que gosta, para quê contrariar? Assim, custa menos estudar... A miúda crescida anda virada para os diários muito ao estilo pré-adolescente e a mais nova encontrou a maior parede que alguma vez pensou existir cheia apenas com livros da Peppa. O paraíso, pensou com toda a certeza ela! Já leu os dois que comprámos e deixou-me cheia de orgulho. Depois das escolhas de cada um, fui eu a comandar o resto das tropas e claro que não consegui resistir a muitos...
Ainda podem mudar muito, mas julgo que vão sempre gostar de livros e ter boas memórias de leituras na infância. E isso enche-me o peite de orgulho.
Todos os anos saio do Parque Eduardo VII com vontade de lá voltar de novo para mais compras. O ambiente é muito bom e a oferta é cada vez melhor. Este ano fiquei especialmente bem impressionada com a quantidade de roulottes e "barraquinhas" de comida com tamanho bom aspecto. O tempo do simples gelado ou da fartura quentinha já lá vai. Agora há de tudo: pizzas a lenha , hambúrgueres gourmet, bolas de Berlim de fazer crescer água na boca... tudo e tudo com muita, muita pinta. Lisboa é sem dúvida uma das melhores cidades para visitar e fica muito mais bonita com a Feira do Livro no coração!
Até dia 18 deste mês não deixem de passar na Feira do livro de Lisboa.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Casa roubada, trancas à porta...

No final do ano passado, escrevi por aqui que 2016 tinha sido um ano muito exigente profissionalmente. E foi sem dúvida um ano enorme: um ano de um desafio grande, de muito empenho e investimento. Tudo indicava que com a entrada deste ano novo, o meu ritmo abrandava, mas afinal, ainda se tornou mais exigente. Estou a abraçar novas funções, estou a investir tudo o que tenho para investir, estou a trabalhar imenso e com muita vontade de aprender e estudar. Mas claro, tudo tem o outro lado da moeda... Num dia da semana passada acordei cheia de tonturas. Não conseguia estar em pé, nem sequer abrir os olhos. Dormi o dia inteiro. O meu médico ligou-me quando soube o que me tinha acontecido. Incrível, como é prestável! Atribuiu à ansiedade e stress com que tenho andado. Acredito que sim... mas por outro lado sabemos que quando não encontramos razões para o que acontece, deitamos as culpas sempre para o stress, ainda que saibamos que sim, é verdade, o stress mata. Pelo sim, pelo não, e como o susto foi tão grande, decidi-me a ir aos médicos e fazer uma ronda pelas consultas em atraso. Hoje já fui a uma e para esta semana já tenho marcada outra.
O facto de vivermos sempre no limite, com os horários todos controlados, entre trabalho, escola dos miúdos, atividades, afazeres domésticos, faz com que as consultas, pelos menos as nossas de mães, vão ficando para trás. Primeiro são adiadas uma semana, depois ficamos de remarcar, nunca mais marcamos até ao dia em que atingimos o nosso limite.
E vocês, há quanto tempo não dedicam mais tempo a vocês próprios?

segunda-feira, 1 de maio de 2017

The Boss Baby


Os miúdos são cada vez mais fãs de cinema. Sempre foram muito mais de brincar na rua, andar de bicicleta, skate, correr e saltar. Estarem parados em frente a um grande ecrã nunca foi algo que lhes fosse muito natural, mas há um ano e qualquer coisa que pedem cada vez mais para ir ao cinema. De cada vez que vão, vêm novas apresentações e lá pedem para voltar a cada estreia. Há muito que andavam a pedir para ir ver o Boss Baby e eu que já tinha lido sobre a temática do filme, achei que não o devíamos perder. Ontem lá fomos ao cinema e ainda bem. Gostámos todos. Rimos a valer, tem algumas tiradas geniais, e a mensagem não podia ser adequada e forte para quem luta por construir uma família: ter irmãos é o melhor que podemos dar aos nossos filhos. É um presente para toda a vida.
Sempre quis ter mais do que um filho. Tenho a enorme felicidade de ter três. Se pudesse gostaria de ter uma família ainda maior, ainda que eu ache mesmo que tenho a família perfeita. Consigo dar atenção a todos. Consigo estar presente. Consigo estar cá para todos. O amor multiplica-se. Cresce sem parar. E mesmo quando andam os três engalfinhados e às aranhas, aos gritos uns com os outros, sabem que a vida deles é muito melhor por se terem uns aos outros. A nossa vida é muito melhor por sermos cinco. E ontem, quando o filme a acabou a minha filha mais nova ainda me disse: estás a ver porque é que eu gostava de ter mais um mano... um bebé?
Prova de que a mensagem do filme chegou lá!
Não importa se são dois, três, cinco ou seis. O que importa é dar aos miúdos uma família. Foi isso que trouxemos da sala de cinema e só por isso, valeu muito a pena.
Já foram ver?

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Abril


Abril passou tão depressa que custa a acreditar. Foi um mês muito generoso em feriados e talvez por isso tenha passado ainda mais a voar. Foi um mês de festa, com os 11 anos da minha filha mais crescida, os anos da minha mãe, o fim-de-semana de Páscoa passado a sul e em família. Foi um mês de sol e de muitos sorrisos. Da casa cheia de luz e flores como eu bem gosto!
Este ano a C já não teve a tradicional festa de aniversário com os amigos todos, a família à mistura e muita confusão. Tirei o dia de férias e foi um aniversário muito bem passado, celebrado no próprio dia, com meia dúzia de amigas num almoço animado entre hambúrgueres gigantes (cada um dá para quatro) e conversas de pré-adolescentes giras que só elas. Cada vez mais, em tudo na vida, sou adepta do "Less is more" e de facto tirar o dia de férias para estar com ela (e com as amigas dela), fazer um lanche muito, muito simples, almoçar e jantar o que os miúdos mais gostam (ao jantar fomos às pizzaria favorita do pessoal cá de casa) e não estar presa um dia inteiro à cozinha a fazer bolos que nunca mais acabam, jantares para muitos, lavar uma pilha de loiça imensa e arrumar tuuuudo, foi a melhor decisão de sempre. Acho, na verdade, que nunca tinha aproveitado um dia de aniversário dos meus filhos tão bem...
A vida é para ser simples. Nós é que gostamos muito de complicar...
Para este último fim-de-semana do mês, que mais uma vez é alargado com o primeiro de Maio (por mim podia ser assim todas as semanas... ou de 5 em 15 dias, vá!) tínhamos planeado mais uma escapadinha a sul, mas com as previsões de tanta chuva acabámos por cancelar. Vamos lá ver se não nos arrependemos...

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Fizemos um pacto com a Corda de Saltar!


Na semana passada chamou-me a atenção uma noticia sobre uma iniciativa de uma escola em Lisboa que ia pôr todos os alunos a saltar à escola num mesmo intervalo como forma de combater a obesidade.
A notícia dizia que saltar à corda cinco minutos por dia corresponde a uma caminhada / corrida. Ora eu que estou sempre a queixar-me que não tenho tempo para as minhas caminhadas, achei a ideia genial e este fim-de-semana fizemos todos cá em casa um pacto com a corda de saltar!
Cá por casa estamos todos a precisar de perder peso. Eu em especial até porque não quero "só" perder peso, mas sim: emagrecer, tonificar os músculos, aumentar a minha resistência, arejar muito a cabeça e sentir-me melhor a todos os níveis. A vida de escritório está a dar cabo de mim e preciso mesmo de ter um compromisso para me sentir mais saudável.
No sábado, fui a uma loja comprar cordas para todos. Como estava uma temperatura extraordinária, guardamos o final do dia para saltar à corda. Não consegui saltar cinco minutos sem parar, mas ao todo estivemos meia hora nisto: a saltar, a parar, a contar os saltos de cada um, a ver o que cada um conseguia fazer. Para os mais novos foi uma verdadeira descoberta e em dois tempos já cruzavam a corda, saltavam para trás e estavam super focados e fazer cada vez mais e melhor. No domingo, antes do pequeno-almoço passámos todos pela balança, apontámos os nossos pesos (à excepção do filho do meu, precisam todos de descer com urgência!) e fizemos o pacto de saltar à corda todos os dias, no mínimo cinco minutos.
Como hoje é o primeiro dia de trabalho deste pacto , já deixei o jantar meio pronto, para não ter desculpa. Depois de os apanhar na Colónia de Férias, vamos vestir uns calções e seguir para o jardim para saltar sem parar.
Andamos todos cheios de cores nas pernas... eu até os braços me doem tal era a minha inércia, mas estamos firmes em não quebrar o pacto! E todas as semanas, havemos de confirmar com a balança.
Prometo voltar aqui e falar dos resultados.
Nós vamos saltar à corda pela nossa saúde!
Se não ficaram convencidos, andei a pesquisar e encontrei este artigo interessante para acabar com as vossas dúvidas:  http://www.vidaativa.pt/a/beneficios-de-saltar-a-corda/.

domingo, 9 de abril de 2017

Festivais Gastronómicos da Ericeira



A Ericeira está cada vez mais na moda e com iniciativas super giras que nos fazem ter cada vez mais orgulho de viver aqui. Custa muito ter que ir todos o dias trabalhar para Lisboa, cada vez custa mais, na verdade, mas também, cada vez me sinto mais feliz em regressar a casa. Esta semana a vila andou nas bocas do país por ter sido uma pastelaria daqui que venceu o prémio de Melhor Pastel de Nata de Lisboa (um assunto para outro post), mas quem veio de propósito Lisboa até cá, pôde ainda deliciar-se com mais um Fim de Semana de Festivais Gastronómicos.
No mercado da Ericeira, cozinham-se iguarias do mar e dão-se a provar a quem estiver disposto a isso, através de séries de Show Cooking. Participam vários e conhecidos chefs, o ambiente é super descontraídos e pode-se experimentar muito sem gastar nada! Não há desculpa para não ir!
Começou com dois fins-de-semana dedicados ao Ouriço do mar e continua com a Mostra da Raia (dias 22 e 23 de Abril), do Polvo (dias 13 e 14 de Maio), do Mexilhão (dias 27 e 28 de Maio), da Cavala (10 e 11 de Junho) e dos Percebes (dias 24 e 25 de Junho). Quero ir a todos, em especial ao da Raia, Polvo e Percebes.  Fui ao do Ouriço sobretudo pela curiosidade de experimentar Ouriços do Mar. Nunca tinha comido, apesar de estar a viver na Ericeira há 13 anos. Experimentei no sábado, ao natural. Não fiquei fã, mas fiquei feliz por ter experimentado, finalmente! Têm um sabor muitíssimo intenso e uma textura esponjosa, para um paladar como o meu.
Continuo a achá-los muito engraçados... no mar, não no prato!


domingo, 12 de março de 2017

Livro do fim-de-semana #41

Eu já sabia que íamos gostar muito deste "O dia em que os lápis voltaram a casa" de Oliver Jeffers. Eu cheguei mesmo a gargalhar, juro! Eu gosto muito de livros infantis, adoro uma boa história, com boas ilustrações e com muito humor. E este livro tem isso tudo. Claro que só tem mais impacto depois de se ler e reler (como foi o nosso caso) "O Dia em que os lápis desistiram", o primeiro da história destes amigos lápis que tem bons motivos para querem sair de casa, mas ainda melhores para decidirem voltar. A verdade é que nunca mais consegui olhar os lápis da mesma forma. Coitado o vermelho que pinta tantos telhados e nunca tem descanso. Mas o que dizer do grená que só foi utilizado uma vez para realçar uma ferida? Eu também ia querer fugir...
Mas bom, todos eles estão de regresso a casa do Duarte e prontos para novas aventuras e para o vermelho vivo, que tinha sio deixado junto a uma piscina numas quaisquer férias de verão, há muito que a aventura começou. Para chegar a casa, está cada vez mais longe em viagens mirabolantes que fazem mesmo rir!
Se quiserem oferecer bons livros aos miúdos, este é um deles! Há semanas que não sai da sala!

Uma mesa bonita para a Páscoa

Falta praticamente um mês para a Páscoa e eu já ando com as antenas no ar em busca de ideias giras para fazer com os miúdos.
Apesar de não ser uma época festejada como o Natal, com a casa decorada a rigor, a verdade é que eu gosto sempre de fazer algum apontamento sobretudo para a mesa. Os miúdos adoram pintar ovos ou fazer postais e por isso acabamos sempre por fazer alguma coisa especial. Cá por casa gostamos muito de aproveitar o fim-de-semana grande da Páscoa para umas miniférias, mas se ficamos por casa, gosto de juntar a família à mesa e ter uma decoração especial.
Numa vista de olhos por esta internet fora, encontrei ideias simples e fáceis de fazer que as quero deixar aqui, em jeito "não esquecer" ou para quem quiser fazer uma mesa especial. De biscoitos, a garrafas de vinho personalizadas (que podem emprestar a ideia para as garrafas de sumo dos pequenos, de marcadores de mesa simples, passando por ovos cozidos ou estrelados bem divertidos (!) há muitas coisas para fazer.
Ora espreitem:

Alguém capaz de dizer não  um pequeno-almoço de ovos e bacon?




Os meus miúdos gostam muito de ovos cozidos e tenho a certeza que vão querer ter uns iguais nesta Páscoa. Uma ideia a aproveitar até para um piquenique na praia para quem vai de férias!





sábado, 11 de março de 2017

Em modo Tabuada non stop


Houve uma altura em que pensei que já não sabia a tabuada. Quando me perguntavam uma conta rápida de multiplicar, de tanto usar calculadoras, parecia que andava mais esquecida... e se calhar andava.
Mas não ando mais. Há semanas que o miúdo traz para casa tabuadas para fazer: duas desta, duas daquela, mas este fim-de-semana, traz como TPC faz 5 vezes cada tabuada já aprendida: 2, 3, 4, 5, 6 10. 5 vezes!
Ele já fez três. Já me disse a cantar todas. Já me respondeu a montes de perguntas rápidas.
Eu tento mostrar o lado divertido da coisa, se é que há. E andei em busca de tabuadas que ele gostasse de ler... Tudo serve para uma continha a meio do almoço ou do lanche... Tabuada. Tabuada. Tabuada. Tudo gira em torno da tabuada este fim-de-semana.
E eu juro que ele vai ficar a saber a tabuada na ponta da língua...

quarta-feira, 1 de março de 2017

Olá Março

O mês que traz a Primavera.
O mês em que chega o horário de Verão.
O mês em que apetece trocar o sofá pelo banco dos jardins.
O mês em que quero muito ter mais tempo para os meus, sair mais, ser ainda mais feliz.
Um dos meus meses preferidos do ano inteiro.
O meu mês.
Olá Março.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Estes últimos dias



Organizei nesta última semana o maior evento em que alguma estive envolvida. Uma experiência incrivel, mas de uma responsabilidade enorme que não me deixou espaço para mais nada. Aprendi imenso, mas trabalhei a um ritmo completamente assustador! Poucas horas de sono, estado em alerta máxima, ideias ao rubro.
Nos entretantos, os miúdos voltaram aos testes e o estudo voltou a intensificar-se cá por casa.
Começámos a sonhar com as férias e traçamos os primeiros planos para umas escapadinhas.
Definimos também que as manhãs dos primeiros domingos de cada mês são passadas num museu. Por ser um momento completamente absorvente para todos e sem grandes margens para passeatas, começámos pois pelo nosso querido Palácio de Mafra que os miúdos já tão bem conhecem e por onde passamos todos os dias, e onde vale sempre a pena voltar. Sempre.
Temos andado a cozinhar como gente grande! Aos domingos saem feijoadas, cozidos à portuguesa, assados apetitosos no forno e muitas invenções. Cozinhados de inverno que ainda sabem melhor quando passamos tantas horas a trabalhar em casa nos dias de suposto descanso!
Que chegue o Carnaval e o primeiro feriado de 2017, que tanto estou a precisar! Que venha de lá a Primavera e os dias compridos!

domingo, 29 de janeiro de 2017

Herança literária


A miúda mais nova anda fascinada com o Universo "Anita". Anita sim, não Martine, que ela nem sabe nem sonha que a menina mudou de nome. Trouxe duas semanas seguidas livros da Anita da biblioteca da escola e quando a irmã mais crescida foi buscar os dois que tem no quarto dela, fui obrigada a lê-los de uma rajada! A coisa "piorou" este fim-de-semana, quando a minha mãe trouxe meia dúzia dos livros que tinha lá por casa quando era eu que tinha 6 anos! Parece a miúda que recebeu um autentico tesouro e na verdade foi uma herança... uma herança literária!
Eu era mega fã dos livros da Anita e ainda me lembro de algumas das histórias quase de cor. Como temos o mesmo nome, pais, avós e tios e padrinhos gostavam de me oferecer os livros e eu bem que sonhava que também sabia andar a cavalo, que viajava num balão e andava no balet! Lembrava-me de quase todos os títulos e capas, só não me lembrava, ou não tinha essa consciência, como os livros eram escritos, porque ao lê-los agora vê-se que são bem antigos. Têm um tom tão coloquial e certinho! A Anita tem os seus amigos, vai para casa da sua tia, a sua mãe faz-lhe um vestido... seu, sua, seus, suas!
Os diálogos, as descrições, ilustrações é tudo tão diferente dos livros que os miúdos têm agora à disposição, que se torna ainda mais divertido voltar a ler.
Para além dos livros da Anita, a minha mãe ainda trouxe outros, também da Verbo Infantil que eu já nem me lembrava que tinha. A Matilde esteve horas de volta dos livros. Viu um por um e eu sei que a semana vai ser toda de regresso à minha infância e lê-los um por um...

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

DIY do Dia #59


Vocês sabem que adoro Festas de Anos personalizadas. Tanto para adultos como para crianças, mas claro que as de criança têm sempre uma outra magia. O meu filho nunca gostou de dinossauros e eu sempre achei que é dos temas mais giros de explorar. Ainda tenho esperança que venha a gostar porque há milhares de ideias giras para fazer. Tenho umas tantas guardadas. Esta que encontrei pelo Pinterest partilho convosco, não a consigo guardar, simplesmente! Adoro!
Qual a criança que não vibra com balões? Estes são super simples de caracterizar e nem precisam de hélio para ficar suspensos. Podemos enchê-los em casa e com cartolinas desenhar a cabeça, as patas e a cauda dos dinossauros. Não precisam de ficar desenhos perfeitos. Imperfeitos acho que ainda funciona melhor!
Quem se atreve a experimentar?

Este fim-de-semana vou à livraria!


Ainda estou a dever alguns presentes de Natal. Para mim e para eles. (Qualquer desculpa é boa para ir a uma livraria!)
Se bem que a Biblioteca deles está muito mais actualizada que  a minha, a verdade é que sou viciada em histórias infantis e não consigo resistir a alguns livros.
Ainda bem que é fim do mês. Tenho uma lista em espera que não acaba. Esta é apenas uma amostra. Vamos ver quem vem primeiro para casa. 





O que o chá preto me faz...


Tenho andado em modo urso, cheia de vontade de hibernar.

É certo que a virose que nos atacou na semana passada muito contribuiu para isto de só querer sopas e descanso. Mais descanso que sopas, que na semana passada não entrava nada a não ser chá. Mas a verdade é que o Inverno deixa-me assim meio inerte. Durante o dia a loucura do costume, mas chega a noite e toca de ir buscar a mantinha e competir com os miúdos a ver quem adormece mais depressa no sofá, após o jantar. Uma vergonha, digo-vos eu!

Pois que hoje, acompanhei a minha manhã de trabalho, e a tarde também,  com uma bela caneca de chá preto e parece que acordei para a vida. Tenho andado a beber chá verde há dois meses. Será que me acostumei de tal forma à cafeina do chá verde que já não me fazia nada? Ando a fazer pesquisas de tudo aquilo que trago nos plano para 2017. Ando a impor datas. Estou acordada e cheia de genica para afastar a inércia do Inverno. 

Preciso de pôr a casa em dia, de destralhar o quartos dos miúdos e o meu. De dar aquilo que está encaixotado há anos e se assim está é porque não precisamos disso.  De voltar às leituras e espreitar as novidades do cinema nesta altura de nomeação para os óscares em que há sempre tanta coisa boa para ver. Quero levar os miúdos a uma exposição, a visitar um novo museu, ao teatro.  Tenho muito para fotografar e ainda mais para escrever.

O relógio não para e o inverno não me pode parar! Se tiver que beber todos os dias uma boa caneca de chá preto, então venha ela. E viroses, queridas viroses, já tivemos a nossa dose, agora qui em casa já não entram mais!

Voltei!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Livro do fim-de-semana #40


Não há história que não meta as palavras puns, rabo, chichi ou cocó que que não tenha passaporte garantido para as gargalhadas dos miúdos. É êxito garantido, já se sabe. Eu própria também não resisti a este livro assim que o encontrei por acaso numa das minhas muitas idas a livrarias. "Até as Princesas dão Puns" foi um presente de Natal para a miúda mais nova cá de casa e claro que fez sucesso na noite de Natal, com todos a repetirem o título vezes sem conta, entre risinhos tontos, e a quererem folhear as páginas cheias de ilustrações bem giras. A história é engraçada e acaba por desconstruir os grandes clássicos que todos conhecemos. Ficamos a saber que a Cinderela deu um pum em pleno baile e que a própria Branca de Neve também teve grandes dores de barriga por causa da comida apetitosa cozinhada pelos anões. Afinal, parece que todas, mas mesmo todas as princesas dão puns e nas alturas mais impróprias por vezes. A história é de Ilan Brenman que tem outros títulos que tenho debaixo de olho.
Já conheciam?
Nós já o lemos num deste fins-de-semana e deixo aqui a sugestão para este fim-de-semana que já está mesmo a chegar!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Lema de vida

Com um olhar.
Com um sorriso.
Um prato especial.
Um jantar inesperado de tabuleiro no colo.
Desligar o telemóvel.
Com uma ida ao parque.
Com um beijo. Um abraço. A mão dada.
Um bolo acabado de fazer no forno.
Um telefonema.
Uma mensagem inesperada.
Um presente.
Um passeio de bicicleta.
Um sessão de cinema.
Um chá quente.
Ao sentar no chão a brincar.
Fazer um desenho. Pendurá-lo na parede.
Fazer um jogo.
Parar. Estar. Sem pressas.

Todos os dias são bons dias para sermos mais felizes e para fazermos os outros mais felizes. Se todos fizermos uma coisa, uma única coisa para gerar um sorriso nos outros, tudo vale a pena. E a maior parte das vezes, essas pequenas coisas não custam nada. Só basta querer.

Já fizeram alguém feliz hoje?




quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Vila Viçosa, Elvas e Estremoz: foi por aqui que fechámos 2016




Tal como fizemos no ano passado, também este ano fugimos para o Alentejo logo depois do Natal para uns dias de pausa. Se há férias das quais não quero abdicar é das férias do Natal: sabe tão bem parar para respirar e viver intensamente esta época. Para contrastar com o stress anterior aos dias de Natal, com compras para fazer e tudo para tratar, rumar ao Alentejo significa não fazer nada, apenas usufruir do tempo e este ano o São Pedro foi especialmente generoso.
Quando me perguntavam o que queria de presente este ano, repetia sempre, embora em tom de brincadeira, mas a falar muito a sério, que apenas queria tempo. A vida é demasiado veloz, frenética e sem hipótese de respirar fundo muitas vezes. Ter tempo para descansar é um luxo e respirar o ar do Alentejo nesta altura do ano, um luxo maior.
A Herdade da Ribeira de Borba foi o nosso quartel general durante uns dias imensos e Vila Viçosa, Elvas e Estremoz foram os pontos chave deste passeio. Incrível como parece que o tempo estica nas férias. Os miúdos deixaram-se maravilhar pelo campo, pelas vacas, cavalos e burros. Eu, se pudesse, tinha trazido toda a casa, cheia de pormenores de bom gosto.
Houve tempo para apanhar laranjas, alimentar a vaca Alice (assim batizada pelos donos da Quinta), andar de bicicleta, jogar muito ao Monopólio. Houve tempo para ser turista dentro do nosso país, subir às torres dos castelos, conhecer o Palácio Real de Vila Viçosa, tirar fotografias e saborear a comida maravilhosa que o Alentejo tem. Houve tempo para estar, escutar e ver.
Ficam pequenas fotos daqueles que foram os últimos dias de 2016, mesmo antes de regressarmos a casa para a nossa passagem de ano junto ao mar!




Chá verde vai bem com…


Hortelã...
Sumo de limão...

Gengibre ralado...

Tudo isto junto. Tudo em separado!

Não é uma resolução de ano novo, mas um hábito que insisti por enraizar assim que iniciou Dezembro e começaram os abusos dos jantares de Natal. Se vocês também gostam de chá, mas não eram nada amigos de chá verde, então este post é para vocês.

Todos os dias bebo duas canecas de chá verde.  Sim, eu que odiava chá verde, agora bebo todos os dias, duas vezes por dia e sem qualquer sacrifício e porquê? Porque misturo hortelã ou sumo de limão e gengibre. Foi a descoberta milagrosa deste Inverno!

Aos e anos a ouvir dizer que o chá verde era bom para limpar o organismo, que fazia bem a isto e aquilo e a outro tanto. Nunca consegui beber, mas este ano vai que por acaso encontrei um chá verde Detox com folhas de hortelã e tornou-se no meu melhor amigo.

Agora vou intervalando: uns dias bebo infusões já prontas, com a tal hortelã, ou com laranja e gengibre, outros dias acrescento eu sumo de limão ao chá verde simples e raspo um pouco de gengibre. Fica maravilhoso.

Janeiro começa com muita chuva e frio e por isso e enquanto vou bebendo a caneca que tenho na minha mesa de trabalho, partilho convosco esta receita simples para aquecer!

4 raminhos de hortelã fresca;

1 colher de sopa de sumo de limão;

1 saquinho de chá verde;

E água quente pois claro!

Amanhã substituam a hortelã pelo gengibre ralado e vão variando!

Entretanto e só aqui para nós, aqui ficam os benefícios do chá verde:

o    Inibe a atuação de bactérias e vírus

o    Neutraliza os efeitos negativos dos óleos e gorduras de má qualidade no corpo

o    Melhora a digestão

o    Protege contra a oxidação (envelhecimento) do cérebro e fígado

o    Reduz a degeneração das células cerebrais

o    Reduz os níveis de triglicérides e colesterol sanguíneo

o    Reduz a pressão arterial

o    Reduz o risco de câncer de mama, câncer de próstata e câncer de cólon

o    Protege contra diabetes tipo 2

o    Reduz o risco de ataque cardíaco

o    Prevenção do Mal de Alzheimer

o    Atua como protetor solar, evitando câncer de pele

 Se calhar já iam bebendo, não?!

domingo, 1 de janeiro de 2017

Olá 2017

Gosto da primeira página e das folhas em branco.
Gosto de fazer planos e desenhar projetos em listas várias.
Gosto de pensar que podemos fazer mais (por nós e pelos outros) e melhor (por todos).
Gosto de começos e da gratidão que sinto sempre em cada virar de ciclo.
Gosto do número 17 e gosto de pensar de que podemos todos fazer deste ano um ano bom. Verdadeiramente bom.
Que este ano nos traga muitos sorrisos e brilho no olhar.


E sim, que 2017 me permita passar por aqui muitas mais vezes. Faz-me sempre bem andar por aqui.
Feliz Ano Novo!